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Estádio Nacional de Brasília - Mané Garrincha


O Estádio

Endereço : SDN - Estádio Nacional de Brasília Mané Garrincha
Asa Norte -  Brasília / DF CEP : 70.070-701

Telefones : (61) 3313-5902 / (61) 3313-5904
Fax : (61) 3425-2668

Tempo de construção: 1.027 dias

Quantidade de material utilizado:
- 177.096,46m³ de concreto
- 22.243.151,03kg de aço
- 170t de areia
- 15.000m³ de madeira
- 120t de prego
- 105 mil parafusos

Área construída: 218.798,09m²
Área ocupada (com estacionamento): 716.329,75m²
Área coberta: 74.952,58m²
Área do entorno da arena: 617.870 m2
Quantidade de setores: 4
Quantidade de níveis/ andares: 3º subsolo, intermediário, 2º subsolo, térreo,
1º pavimento, 2º pavimento, 3º pavimento e cobertura.

Altura do estádio:
Térreo à cobertura = 46,14m
1º subsolo à cobertura = 50,59m

Pilares: São 288 pilares com mais de 36m de altura livre.

Dimensões do gramado: Área de jogo = 105 x 68m.
O gramado foi rebaixado 4,8m de sua altura original.

Capacidade total de público: 72.788
Assentos:
- Arquibancada inferior: 22.360
- Arquibancada intermediária, área de mídia, camarotes VIP e VVIP,
portadores de condições reduzidas (PCR): 6.762
- Arquibancada superior: 43.666

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Quatro linhas de ônibus saem da Rodoviária do Plano Piloto e fazem o trajeto circular no Eixo Munumental, passando pelo Estádio Mané Garrincha: 108.4 Circular Rodoviária do Plano Piloto / Buriti/Sig; 108.5 Circular Rodoviária do Plano Piloto/ Rodoferroviaria; 108.6 Circular Rodoviaria do Plano Piloto/Rodoferroviaria; 108.7 Circular Rodoviaria do Plano Piloto/SMU *OPERA SOMENTE DE 2° A 6°. O preço da passagem é de R$ 2,00. Há ainda outras várias linhas de cidades próximas ao Plano Piloto que passam pelo Mané Garrinha (mais de cem linhas).

A estação central do Metrô de Brasília é a mais próxima do estádio Mané Garrincha. Ela fica na Rodoviária do Plano Piloto, a 2km da arena. A estação central é o ponto de partida do metrô, que passa por toda a Asa Sul e outras cinco cidades do Distrito Federal: Guará, Águas Claras, Taguatinga, Ceilândia e Samambaia.

O Estádio Mané Garrincha conta com 24 portões de acesso. As entradas de 1 a 6 ficam voltadas para o Ginásio Nilson Nelson. Já os portões de 7 a 12 ficam no lado sul, virados para o Centro de Convenções Ulysses Guimarães. As entradas de 13 a 18 são voltadas para o lado da Rodoviária do Plano Piloto e os portões de 19 a 24 ficam virados para o Autódromo Nelson Piquet.

Com capacidade para 43 mil torcedores (60% do total), as arquibancadas superiores podem ser acessadas por 12 portões (3, 4, 7, 9, 10, 12, 15, 16, 19, 21, 22 e 24). Já as arquibancadas inferiores, com capacidade para 23 mil pessoas, contam com oito entradas (2, 5, 8, 11, 14, 17, 20 e 23). No setor intermediário do estádio, composto por camarotes e tribunas, cabem seis mil torcedores, que contam com quatro portões de acesso (1, 6, 13 e 18).

O estádio também tem um estacionamento interno com 572 vagas. No estacionamento externo cabem 7.848 veículos.


A História

O Estádio Nacional Mané Garrincha (antes conhecido apenas como Estádio Mané Garrincha) é um estádio de futebol brasileiro multiuso na cidade de Brasília, no Distrito Federal. O estádio é apenas uma dentre as diversas estruturas que compõem o Complexo Poliesportivo Ayrton Senna, que engloba também o Ginásio Nilson Nelson e o Autódromo Internacional de Brasília Nelson Piquet dentre outros.

Inaugurado em 1974, o estádio possuía capacidade total para 45.200 pessoas.

O Mané Garrincha pertencia ao Departamento de Esportes, Educação Física e Recreação do Distrito Federal. O nome é uma homenagem ao ídolo do futebol brasileiro Mané Garrincha, Bi-campeão mundial nas copas de 1958 e 1962.

Em 1974, as obras do Estádio Mané Garrincha foram concluídas. O jogo inaugural ocorreu a 10 de março daquele ano, quando Corinthians derrotou o CEUB por 2 a 1. O primeiro gol no estádio foi marcado pelo jogador do Corinthians Vaguinho.

O recorde de público no estádio foi de 51.200 pessoas, num jogo que ocorreu a 20 de dezembro de 1998, quando Gama derrotou o Londrina por 3 x 0 na final da Série B de 1998, que deu ao Gama seu primeiro troféu nacional e consequente promoção para a Série A em 1999.


A inauguração

O estádio foi inaugurado no dia 18/05/2013, sábado às 10:00 h e o primeiro jogo foi entre Brasiliense x Brasília no mesmo dia 18/05/2013,  ás 16:00 h, na disputa final pelo campeonato brasiliense Candangão 2013. É a segunda maior arena do Brasil e foi palco da abertura da Copa das Confederações 2013 com o jogo entre Brasil (3) x Japão (0). Foi considerado pela FIFA como um dos mais bonitos e com uma das melhores infraestruturas do mundo.


Entenda mais sobre o Estádio

Campo: Drenagem feita por gravidade com as seguintes camadas niveladas e compactadas: sistema drenante com tubos de 170 mm; tubos coletores da drenagem com 340 mm; colchão drenante em toda a área com 12 cm; camada areia grossa 15 cm; camada arenosa com matéria orgânica 15 cm; e top soil de 3 cm. Irrigação automatizada controla individualmente cada um dos 35 aspersores.

Tipos de assentos: serão 5 tipos diferentes de cadeiras. Sendo as cadeiras destinadas ao público GA (general admission), cadeiras destinadas ao público VVIP, cadeiras destinadas ao público VIP (hospitalidade, camarotes e business seats), cadeiras destinadas aos Reservas/ Oficiais e as cadeiras destinadas aos obesos.

Características dos assentos:
Assentos VVIP - 120 unidades + 6 unidades de reserva:
Assentos VIP/ HOSPITALITY/ CAMAROTES/ BUSINESS SEATS - 6.318
Assentos RESERVAS/ OFICIAIS - 52 unidades + 4 unidades de reserva:
Assentos GA - 65.802 unidades + 30 unidades de reserva:
Assentos PO (Obesos)/ PMR (Portadores de Mobilidade Reduzida) - 154 unidades + 6 unidades de reserva:

Espaço para cadeirante: 156 lugares

Distância dos assentos para o gramado: Distância inicial de apenas 7,5m do campo de futebol.

Camarotes: Serão 74 camarotes, com capacidade para 1.590 pessoas. Há três tamanhos de camarotes: com 18, 21 e 30 assentos.

Sanitários: 309 sanitários.

Vestiários: São 4 vestiários. Em cada existem 13 duchas + 01 p/ PNE e 1 banheira em cada.

Catracas: 148 unidades.

Iluminação: 446 refletores, com tecnologia para evitar sombreamento. Capacidade de cada: 2000 W. 130 postes de luz na área externa e 713 refletores para iluminar a fachada.

Imprensa: Existem 6 cabines de TV com capacidade para 4 comentaristas em cada. Temos uma sala para coletiva de imprensa, com capacidade para 262 pessoas. A tribuna de mídia tem capacidade para 260 lugares.

Plataformas de câmeras: uma principal, duas laterais, 2 no anel inferior, uma no anel superior, uma no anel VIP , uma atrás do gol e uma do lado oposto do banco de reserva. Todas as plataformas são para HBS.

A Zona Mista tem uma área de 542,93 metros quadrados.

Estacionamento externo: 7.848 vagas

Estacionamento interno: 572 vagas (500 vagas cobertas e 601 vagas para deficientes)

Elevadores e escadas rolantes: São 20 elevadores, sendo dois para carga, e 16 escadas rolantes.

Bares e restaurantes: Estão previstos 40 bares, 14 lanchonetes e dois restaurantes. Para a Copa do Mundo da FIFA, haverá mais pontos de venda que serão disponibilizados pela FIFA™.

Rampas de acesso ao estádio: A esplanada da Ecoarena (área de acesso e de convivência do público) terá 16 rampas de acesso ao primeiro subsolo (arquibancada inferior) e ao segundo pavimento (arquibancada superior).

Acessibilidade: São 735 lugares para pessoas com condições reduzidas, mais 735 para seus acompanhantes. No total: 1.470. O número corresponde a 1% do total e cumpre a legislação vigente. Quanto à acessibilidade, o projeto de arquitetura atende a todas as normas de acessibilidade impostas pela legislação brasileira e também às recomendações da FIFA, o que inclui sinalização adequada (vertical, visual e tátil), áreas de manobras para cadeiras de rodas, reserva de assentos e instalações para pessoas com deficiências, rampas de acesso e elevadores para todas as áreas, inclusive vestiários e campo. Além disso, há pisos lisos e antiderrapantes nas áreas internas e externas. Existem 59 banheiros acessíveis e 2 vestiários acessíveis.

Particularidades de design do estádio: O estádio foi idealizado a partir de um conceito arquitetônico visto em vários monumentos da capital federal, que é característica marcante do arquiteto Oscar Niemeyer: a criação de um ambiente de colunas que precede a obra interna. No Estádio Nacional de Brasília Mané Garrincha, esse conceito serviu de inspiração para os 288 pilares que ficarão dispostos ao redor do edifício, formando a área de convivência e de acesso do público.

Dados da cobertura:
- Cabos de sustentação da estrutura - 6,5km de cabos mantém a estrutura suspensa. O içamento ocorreu no tempo recorde de 7 dias.

- Treliças metálicas - As peças foram produzidas na Itália. Cada uma tem 68m de comprimento e 12m de altura. As treliças sustentam a membrana da cobertura.

- Membrana - São 90 mil m² de membrana, ao todo, incluindo o forro. A película foi desenvolvida no Japão e fabricada nos Estados Unidos.

Particularidades da cobertura: A técnica da membrana foi desenvolvida no Japão. Ela é feita de dióxido de titânio, material que libera moléculas de dióxido de oxigênio quando exposto ao sol – o processo chama-se fotocatálise. Essas moléculas dissolvem a poeira e o produto é “varrido” pela água da chuva. Com isso, até mesmo a sujeira acumulada durante o período da seca será removida já nas primeiras chuvas. A película ainda é capaz de capturar a poluição de mil carros por dia.

O material também não pega fogo, reflete os raios ultravioleta e libera a passagem de iluminação natural, o que reduzirá a necessidade do uso de ar-condicionado ou outro tipo de ventilação artificial.

Energia elétrica: O consumo energético dependerá da utilização da arena. Com a utilização de placas fotovoltaicas para a produção de energia, o estádio poderá suprir até 100% de seu consumo mensal. Ao todo, serão cerca de 8,4 mil paineis, dispostos sob o anel de compressão do estádio.

O novo estádio

Brasília construiu a melhor arena e estádio da América Latina, ecologicamente correta. O estádio com capacidade projetada para 71.412 mil pessoas pleiteia a certificação Leed Platinum, selo máximo da construção ecologicamente correta fornecido com parcimônia pelo instituto americano U.S. Green Building Council (GBC).

Para obtê-lo, a obra tem de atingir no mínimo 80 pontos de um total de 100. São avaliados o consumo de energia, o reaproveitamento de água, o uso de materiais certificados ou reciclados na construção e no mobiliário, a localização do empreendimento e a baixa produção de resíduos, entre outros itens.

Seguir com rigor os padrões tem seu preço: a construção fica até 5% mais cara.

Em compensação os custos com manutenção e operação caem drasticamente. A economia de operação do novo Estádio Nacional poderá chegar aos sete milhões de reais por ano.

Design integrado à cidade

Brasília tem uma arquitetura marcante, tombada pelo patrimônio histórico mundial. Uma das características que mais saltam aos olhos são as colunas sempre posicionadas à frente dos palácios, como no Supremo Tribunal Federal, no Palácio do Planalto e no Itamarati. Respeitando esse desenho, foi bolado um estádio com colunas que garantem 30% de shade (sombra), como se fosse um chapéu.

Longe de mero efeito figurativo, a fachada foi pensada a partir de uma análise bioclimática da construção. Durante um ano inteiro, 26% do tempo, um ser humano se sente bem dentro de uma edificação comum de Brasília, sem precisar recorrer ao ar condicionado ou aquecedores. Nos outros 30% de tempo, é preciso proteção nas janelas (shade), para garantir zona e conforto, sem gastar com aparelhos.

Um passeio para fazer a pé ou de bike

Com o aeroporto a 15 minutos do estádio, o projeto prevê um sistema de transporte interligado e eficiente. O plano é ter um BRT com ônibus ecológicos, de combustível híbrido e um programa público de aluguel de bicicletas, com a criação de 600km de ciclovias.

É possível fazer a pé o caminho entre o estádio e os setores hoteleiros norte e sul, já que a rede hoteleira se concentrará num raio máximo de 3km do centro esportivo. No meio do caminho, há museus, teatros, hospitais e uma rodoviária. A acessibilidade é outra questão importante para um estádio verde. Além de elevadores, rampas facilitam o acesso de pessoas com deficiência ou cadeirantes a vários níveis da arena.

Iluminação eficiente e renovável

O estádio de Brasília tem uma megaestrutura de painéis solares capaz de gerar 2,54 MW, o equivalente à demanda energética de 1,4 mil residências por dia. Na maior parte do tempo, ele será auto-suficiente em energia, e o excedente será repassado para rede ou vendido.

Em dias de jogos, quando houver pico, o estádio terá capacidade de prover 50% da energia, a outra metade virá da concessionária que recebeu anteriormente o excedente. Todo o sistema de iluminação da arena é em LED e com uma disposição eficiente das luzes no campo é possível reduzir em até 18% o consumo de energia.

O projeto conta com aproximadamente 230 mil metros quadrados de áreas verdes. A vegetação é de espécimes nativas do cerrado de Brasília para reduzir a necessidade do consumo excessivo de água na irrigação e manutenção. O paisagismo tem piso drenante e refletivo, que não absorve calor.

Uso inteligente de água

O projeto tem um sistema de captação de água da chuva, que é filtrada para abastecer toda a demanda do estádio. Nos banheiros masculinos, são usados mictórios que dispensam água. Utilizado em larga escala nos EUA, o sistema usa um óleo vegetal : no acionar da descarga, o óleo sobe e a urina desce por gravidade para a rede de coleta de esgoto. Essa tecnologia tem apelo financeiro porque, além da economia de água, dispensa instalações necessárias para um banheiro com descarga tradicional.

Cobertura que neutraliza poluentes

Esta é talvez uma das soluções mais high-tech do estádio. A cobertura é feita de uma membrana branca que reflete o calor e tem dióxido de titânio em sua composição. Este elemento, em contato com a umidade do ar e as gotas da chuva, se comporta como se fosse um teflon (revestimento de panela) - nele sujeira não gruda nem se acumula.

Mais, a reação química entre os raios solares, as moléculas de água e poluentes da atmosfera, na presença do dióxido de titânio da cobertura, neutraliza o dióxido de enxofre liberado por máquinas e pelo tráfego de carros. É como se essa membrana fizesse uma espécie de fotossíntese.

Entulhos das obras geram renda

A demolição do antigo Mané Garrincha, gerou quase 750 toneladas de entulho. Nas obras da arena foram reaproveitados parte desses resíduos, enquanto outra parte foi destinada à reciclagem e distribuída a cooperativas do Distrito Federal. Foram doadas cerca de 650 toneladas de metal, mais de oitenta toneladas de madeira, cinco de papel e papelão e mais uma tonelada e meia de plástico, além de quatro mil metros cúbicos de concreto. Nem o gramado do antigo Mané Garrincha ficou de fora: ele foi aproveitado nos canteiros da capital federal. Cadeiras e redes foram destinadas a outros estádios da capital, como o Serejão e o Bezerrão.

As instituições que receberam as doações trabalham com pessoas de baixa renda. A doação de metal para a Central de Cooperativa de Materiais Recicláveis, por exemplo, levantou recursos para 23 cooperativas associadas. Cerca de quatro mil pessoas fazem parte deste grupo. São famílias de várias regiões do Distrito Federal e do Entorno.


Assista ao vídeo


 Você sabia ?

O estádio Nacional de Brasília Mané Garrincha tem pouco mais de 218.000 m2 de área construída e o Maracanã, no Rio de Janeiro, tem pouco mais de 124.000 m2 de área construída. O maracanã cabe com folga dentro do Estadio Nacional de Brasília.


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South Hotel Sector Secteur de Hôtel du Sud Sector Hotelero Sur Setor Hoteleiro Sul

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